Recentemente, ao ver as declarações do presidente Macron, parece que a situação de segurança na Europa é bastante grave. Sob a avaliação de que as promessas de defesa dos Estados Unidos na Europa estão a vacilar, a França decidiu aumentar o seu stock de ogivas nucleares, o que não é apenas uma decisão militar, mas parece indicar uma reestruturação da dissuasão em toda a Europa.



Como o único país na UE com armas nucleares, a posição da França tornou-se mais importante. Macron enfatizou que os EUA ainda desempenharão um papel central na defesa europeia, mas, pelos recentes comentários de Washington, há sinais de que a Europa precisa assumir uma responsabilidade maior na sua própria defesa.

A parte interessante é a mudança no tamanho do arsenal nuclear francês. Atualmente, cerca de 290 ogivas, mas no início dos anos 1990, tinha até 540. Depois de reduzir pela metade ao longo de 30 anos, agora planeja aumentá-lo novamente, o que mostra uma mudança significativa na percepção da situação. Atualmente, essas ogivas estão montadas em armas de ataque aéreo e em mísseis balísticos lançados por submarinos M51.

No final, a questão será se Macron expandirá a capacidade de defesa nuclear da França para toda a Europa. A reconstrução da dissuasão europeia será uma variável importante na ordem de segurança internacional no futuro.
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