O sindicato alemão apoia cautelosamente a Volkswagen permitindo às empresas chinesas de automóveis utilizarem fábricas ociosas

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A porta-voz do poderoso sindicato alemão IG Metall disse à Reuters que não se opõe à possibilidade de a Volkswagen (Volkswagen, conhecido como 福士 em Hong Kong) considerar abrir fábricas com baixa utilização de capacidade para fabricantes de automóveis chineses, mas acredita que tais iniciativas devem ser avaliadas com cautela.

A porta-voz afirmou: “Não rejeitamos categoricamente essa ideia. Cada proposta concreta deve ser cuidadosamente avaliada; no entanto, é fundamental que essas ações complementem a estratégia industrial independente da Volkswagen, e não a substituam; em qualquer caso, não devem substituir os investimentos e projetos de veículos já planejados.”

O CEO da Volkswagen, Oliver Blume, está se esforçando para reduzir ainda mais os custos do grupo, e estabelecer parcerias com empresas chinesas tornou-se uma opção para evitar o fechamento de fábricas na Europa com baixa utilização.

Em meio à demanda fraca e aos altos custos enfrentados pela indústria alemã, figuras políticas locais também estão abertas a esse tipo de cooperação. Empresas chinesas como BYD e Geely estão buscando expandir sua presença na Europa.

O ministro da Economia do Estado de Saxônia, Dirk Panter, afirmou em entrevista a um jornal que a fábrica da Volkswagen em Zwickau, no leste da Alemanha, pode ser um projeto candidato à cooperação com a China.

A Volkswagen recusou-se a comentar sobre a reportagem.

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