O Irã implantou diretamente um submarino no Estreito de Ormuz.


Este local é uma rota obrigatória para os petroleiros globais, um terço do petróleo cru passa por aqui.
Antes, o Irã conseguia perturbar a rota com minas marítimas, barcos rápidos e mísseis, agora com submarinos, a situação se intensifica.
A partir de agora, qualquer pequeno atrito fará os preços do petróleo subirem ainda mais, e os riscos do mercado também se ampliam.

1: Entre 31% e 34% do petróleo marítimo global (cerca de 13,4 milhões de barris/dia) passa por aqui, somando-se aos derivados de petróleo, totalizando cerca de 18,5 milhões de barris/dia.

2: As importações de petróleo do Oriente Médio pela China, Índia, Japão e Coreia do Sul dependem de 45% a 67% deste canal.

3: A parte mais estreita tem apenas 33 quilômetros, a profundidade média é inferior a 70 metros, dificultando a atuação de grandes frotas, sendo o submarino de pequeno porte + minas marítimas o cenário natural.
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