A última postagem de Peter Brandt chamou minha atenção. O famoso analista gráfico sugere que o movimento de preço do Monero (XMR) pode estar saindo de um longo período de consolidação, comparando-o ao histórico de alta da prata.



A lógica de Brandt é interessante: enquanto os preços permanecem laterais por anos, eles podem atingir um ponto de ruptura repentinamente. O fato de o Monero estar muito abaixo de sua máxima de 2018 e, recentemente, ter subido rapidamente, lembra exatamente esse cenário. Nos últimos meses, o token quebrou níveis que antes atuavam como resistência e atingiu novas máximas.

Claro que, a analogia de Peter Brandt com a prata não é uma previsão de preço definitiva, mas sim uma reflexão sobre a psicologia do mercado. Investidores mostram paciência por anos, até que, quando as condições macroeconômicas, o posicionamento e a narrativa do mercado se alinham, ocorre uma explosão repentina.

A situação do Monero também parece semelhante. Apesar de deslistagens em bolsas e pressões regulatórias, o renovado interesse pela privacidade e as expectativas em torno de atualizações de protocolo estão impulsionando a demanda. O XMR teve uma alta de 124% no ano passado e já valorizou 33% neste ano.

Porém, atualmente, os preços estão mais baixos. A perspectiva de analistas como Peter Brandt de um horizonte de longo prazo é importante em períodos de paciência no mercado. Pode ser necessário esperar um pouco mais para ver o que acontecerá com os tokens de privacidade no setor.
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